Estaremos juntos em mais uma aula do nosso curso de Teologia. Antes de falar sobre a aula de hoje, gostaria de informar uma coisa, tenho recebido muitos e-mails perguntando pelas aulas anteriores, se você ainda não é muito familiarizado(a) com blosgsites vou te informar como você pode ter acesso às aulas anteriores. logo ao acessar o site, você terá abaixo da imagem, do lado direito, os links para baixar os cds cifrados está escrito assim: CIFRAS DOS CDS COMPLETOS, logo abaixo você terá outro link com o nome: ARQUIVOS DO BLOG, prontinho aqui é onde você terá acesso a todas as aulas anteriores, e volto mais uma vez a dizer, procure estudar todas as aulas na ordem por mais que você ja tenha alguma noção de teologia, mas é importante para se ter um bom desempenho nko curso apresentado ok?
Agora sim vamos dar inicio a nossa IV aula.
Iremos estudar cronologia, isso é muito importante, digo isso por que ja vir pessoas que acreditam realmente em tudo da forma que está escrita na bíblia, mas é importante saber que não é bem assim, o cristão deve está atualizada para não ser fundamentalista. O tempo dos fatos na bíblia é muito relativo na aula anterior com certeza você `pôde perceber como se formou a literatura da bíblia a composição dos 4 povos (Javista, Elohistas, Deuteronomistas e os Socerdotais) então é importante entender de "tempo e espaço de tempo" para que não saiamos cometendo erros, mesmo por que não se deve esquecer que: quando Deus criou Adão e Eva não existia ainda ninguem para redigir uma história, tirar uma foto... então como se sabe que foi assim mesmo? boa aula. Aluizio França
A palavra portuguesa cronologia é uma derivação do termo grego khronología, de khrónos, que significa "tempo", e logos, que significa "estudo", "ciência". A cronologia é uma ciência auxiliar da História, que têm como objetivo situar os fatos históricos na sua seqüência temporal e atribuir datas exatas a acontecimentos específicos.

Neste caso concreto, a Cronologia Bíblica pretende harmonizar os eventos ou fatos históricos mencionados no texto bíblico, por compará-los com fontes exteriores à Bíblia. Os historiadores tentam assim estabelecer datações absolutas, minimizando a margem de erro, por fixar uma data-chave e, a partir dela, datar e ordenar temporalmente a sucessão dos eventos relatados na Bíblia, procurando sincronizá-los com as cronologias dos povos vizinhos.
Este artigo debruça-se apenas sobre os acontecimentos narrados no Velho Testamento.
Sua Data-chave
A data-chave do Velho Testamento é a data da conquista de Babilónia por Ciro II, tendo ocorrido em 5 de Outubro de 539 a.C. (no Calendário Gregoriano); ou 10 de Outubro, (no Calendário Juliano). Esta data-chave está firmemente estabelecida pela arqueologia. É considerado o fim do Cativeiro Babilónico. É durante seu primeiro ano reinado após a conquista da Babilônia, ou seja, entre 538/537 a.C. que Ciro II emite o decreto permitindo que os judeus deixem a região. O livro bíblico de Esdras 3:1 relata que o povo de Israel regressou a Jerusalém pelo 7.º mês, ou seja, Tishri, que corresponde a partes de Setembro/Outubro. Nessa ocasião, é restaurado o culto do Deus de Israel em Jerusalém.
Determinar o ano da conquista de Babilônia
A data-chave da cronologia do Antigo Testamento como não é determinada na Crónica de Nabonido ou no Cilindro de Ciro, recorremos às tabuinhas astronómicas e comerciais. A Bíblia fornece um sincronismo direto entre o reinado de Nabucodonosor II e a destruição de Jerusalém e seu Templo. Em II Reis 25:8 declara explicitamente que esta desolação ocorreu no "19.º ano [de reinado] do Rei Nabucodonosor". ( Neste tempo, o Reino de Judá já não aplicava o sistema judaico do "ano de Ascensão". Em vez disso, usava o "ano de Ascensão" como sendo o primeiro ano de reinado. ) Em contraste com isso, a Bíblia não nos dá um sincronismo direto desse tipo com a conquista de Babilónia.
• BM 21946, Museu Britânico. Este documento cuneiforme data da conquista de Babilónia no "16.º dia" do "mês [babilónico] de Tashritu" (ou Tisri, no calendário hebraico, correspondente a partes de Setembro/Outubro) no 17.º ano de Nabonido.
• VAT 4956, Museu de Berlim. É um chamado "diário" astronómico, um registro de cerca de 30 observações astronômicas datado do 37.º ano de Nabucodonosor II. Esta tabuinha estabelece astronomicamente o ano de 568/567 a.C. como sendo a data absoluta para o 37.º ano de Nabucodonosor. Esta data obviamente implica que o seu 18.º ano, durante o qual foi destruído Jerusalém e seu Templo, corresponde a 587/586 a.C.. Embora também seja uma cópia posterior, os peritos concordam que é uma reprodução fiel do original. VAT 4956 é um dos diários astronômicos melhor preservados.
• Cânone de Ptolomeu. A soma total da duração dos reinados Neo-babilônicos elaborados por Cláudio Ptolomeu para os reinados anteriores a Ciro II, aponta para 587 a.C. como o 18.º ano do reinado de Nabucodonosor II (Ano Não-ascensão).
No período Persa
No 1.º ano de Ciro II após a conquista de Babilónia (entre 538 a.C. a 587 a.C.), é proferido o Decreto de Ciro. Veja Cilindro de Ciro. No Outono de 537 a.C., Zorobabel (ou Sesbazar) como Governador [do distrito jurisdicional] de Judá, e o Sumo Sacerdote Josué, chegam a Jerusalém. A conclusão do Segundo Templo de Jerusalém deu-se no 6.º ano de reinado de Dario I, ente 516/5 a.C.. (Esdras 3:8-10; 6:14,15)
No 7.º ano de Artaxerxes I, entre 458/7 a.C., o sacerdote e copista Esdras chega a Jerusalém. (Esdras 7:7-9) No seu 20.º ano, entre 445/4 a.C., Neemias chegou a Jerusalém, como Governador de Judá. (Neemias 2:1,5-8) Neemias ordena a reconstrução das muralhas de Jerusalém e colocação de seus portões. A ordem para a reconstrução das muralhas de Jerusalém constituem o ponto de partida da profecia das "70 semanas [de anos]" de Daniel 9:24-27. De Neemias até aos Macabeus decorre um período do qual temos muitas poucas informações bíblicas. W. F. Albright defendeu a tese que Esdras terá chegado depois de Neemias, ou seja, no 7.º ano de Artaxerxes II.
No período Selêucida
A luta dos Macabeus contra Rei Antíoco IV Epifânio, é descrita com indicações cronológicas. O livro de I Macabeus, abrange o período de 175 a.C. a 135 a.C., e II Macabeus, abrange o período de 177 a.C. a 161 a.C.). Às guerras fratricidas da Judeia, entre Aristóbulo II e Hircano II, segue-se a intervenção militar de Roma. O Reino da Judeia é anexado à Província Imperial da Síria por Ceneu Pompeu, em 63 a.C..
Duração dos reinos de Judá e Israel
O cálculo para este período, contado para trás desde da destruição de Jerusalém e seu Templo até a morte do Rei Salomão, apresenta muitas dificuldades. A dificuldade de caráter histórico deste período, reside na exatidão dos números fornecidos para a duração dos reinados, nos sincronismos estabelecidos entre o Reino de Israel e o Reino de Judá e nos sincronismos com as cronologias dos povos vizinhos (egípcia, assíria e neo-babilônica).
Uma comparação da duração dos reinados dos reis de Reino de Judá e de Reino de Israel (conforme registrados nos livros bíblicos de I e II Reis, I e II Crônicas) sugere que este período corresponda a 390 anos literais. Outra evidência adicional pode ser encontrada em Ezequiel 4:1-13. O escritor afirma que a duração do "erro da casa de Israel" seria de 390 anos, e que este período terminava na destruição de Jerusalém e seu Templo. Considerando que o "erro da casa de Israel" terminou em Outubro de 587 a.C., contando para atrás desta data, o período de 390 anos teria lógicamente seu início em Outubro de 977 a.C..
O sincronismo feito entre a Cronologia Bíblica e a Cronologia Assíria, gera dificuldades em estabelecer a duração dos reinados tal como consta no texto bíblico. A explicação para estas divergências é apontada como se devendo à introdução acidental de erros em algumas transcrições dos números feitos pelos copistas., ou então, o copista teria adotado algum critério particular. Acresce-se a isso, o uso da contagem do "ano de Ascenção" ou "ano Não-ascenção", que nem sempre fica claro.
Divisão do Reino 930 a.C.
O historiador judeu Flávio Josefo afirma que construção do Templo de Jerusalém, ocorreu 143 anos e 8 meses antes da fundação de Cartago e 240 depois da fundação de Tiro. (Ref.ª: Contra Apião, Livro 1, Cap. 17 e Antiguidades Judaicas, Livro 8, Cap. 31) Para o historiador romano Pompeu Trogo, Cartago foi fundada uns 72 anos antes da cidade de Roma (em 825 a.C.; ou seja, 753 a.C. mais 72 anos) e Tiro, fundada 1 ano antes de Tróia. Segundo um mármore de Paros, a cidade de Tróia teria sido fundada em 1208 a.C.. A data da fundação de Roma que prevaleceu foi a fixada por Terêncio Varrão, em 753 a.C.. Ela também é citada por Plínio e Cícero. É necessário salientar que a data mencionada acima para fundação de Roma, é uma data convencionada universalmente aceite como referência.
Sendo certas estas informações, é apontado 969 a.C. como o ano do início da construção do Templo de Jerusalém. De acordo com isto, a Divisão do Reino teria acontecido em 929 a.C., ou por arredondamento, no ano de 930 a.C., como habitualmente se aceita. (Ref.ª Enciclopédia Verbo Século XXI, Vol. 8, col. 612-7) W. F. Albrigth calcula que a Divisão do Reino terá ocorrido por volta de 929 a.C., por sua vez, Thiele e Galil crêem que terá ocorrido em 931 a.C..
Divisão do Reino até ao Êxodo
As datas que vão desde da construção do Templo de Jerusalém até o Êxodo de Israel, são pouco exactas. Os historiadores procuraram sincronizar a acontecimentos citados na Bíblia com as cronologias egípcias e assírias. As listas dos reinos de Judá e de Israel [Setentrional] contam os anos pela duração dos seus reinados (I e II Reis e de I e II Crônicas) ou por algum acontecimento particular. Nem sempre é evidente qual o sistema de datação dos reinados usado; o sistema de "ano Não-ascensão", como na Assíria e Babilônia, o sistema do "ano de Ascensão", como no caso do Reino de Judá, ou se o mesmo ano é atribuído aos dois.
No 5.º ano de Roboão, filho do Rei Salomão, Sheshonq I (na Bíblia, chamado de Sisaque), o fundador da XXII Dinastia, invadiu a Palestina. (I Reis 14:21) O sincronísmo direto com Sheshonq I e sua campanha militar, é de extrema importância por causa do elo textual direto com a cronologia egípcia. Ainda segundo a Bíblia, Sheshonq I já reinava do Egito pouco antes da morte do Rei Salomão. (I Reis 11:40) Temos como importantes fontes extra-bíblicas deste período a inscrição mural no Templo de Carnac e a Estela de Megido.
I Reis 6:1, diz que no 480.º ano (ou seja, 479 anos e alguns meses) após o Êxodo do Egito, teve ao início da construção do Templo de Jerusalém. Os 480.º ano é um número ordinal e representam 479 anos completos. Diz-nos ainda que isso foi no 2.º mês judaico (que corresponde a Abril/Maio) do 4.º ano de Salomão. Isto significa 3 anos completos e 1 mês completo do seu reinado tinham decorrido.
Considerando que os 40 anos de reinado de Salomão terminaram em 978 a.C., o seu 1.º ano de reinado, teria começado no ano de 1017 a.C.. (I Reis 11:42) Considerando 1013/1012 a.C. como o 4.º ano de Salomão, para o início da construção do Templo, isto faz com que o Êxodo do Egito tivesse ocorrido 479 anos antes, no mês de Abibe (Nisã) de 1493 a.C. e o início da conquista e ocupação de Canaã, exactamente 40 anos depois, no ano de 1453 a.C..
Sincronismo Cronologia Assíria
O Monolítico de Salmanssar III, encontrado em Kurk pelo assiriólogo J. E. Taylor, parece mencionar participação do exército de Acabe, Rei de Israel, na Batalha de Carcar. A inscrição reza "dois mil carros e dez mil soldados de infantaria". É opinião geral este "Ahabu (Hahabu), o sírio" [transliterado de A-ha-ab-bu mat Sir-í-la-a-a] seja o Rei Acabe. Outros acham que se trate de Ben-Hadade II (em assírio Adad-idir), Rei da Síria. Esta batalha terá ocorrido no 6.º ano de Salmanssar III. (Ref.ª Textos Antigos do Médio Oriente, James B. Pritchard, pág. 278-9) Como determina-se a data? É baseado na informação de que Bur (Ishdi) Sagale, era Governador da Província de Guzana no reinado de Assur-Dan III (reinou aproximadamente entre 772 a.C. a 755 a.C.) quando "no Monte Simânú deu-se um eclipse do Sol". Segundo os historiadores, este eclipse é identificado como o ocorrido em 15 do Junho de 763 a.C. (no Calendário Juliano). O ano da Batalha de Carcar aconteceu 90 anos antes (segundo as Listas dos Epónimo do ano), em 853 a.C.. ( Por outro lado, se a data do eclipse, fosse deslocada para um outro ano, isso obviamente causaria imensas dificuldades cronológicas. )
O Obelisco Negro de Salmanasar III, no Museu Britânico, encontrado em Nimrud (na Bíblia, a cidade é chamada de Calá; Kalhu nos textos cuneiformes assírios), menciona o nome de Jeú, Rei de Israel, pagando tributo - por intermédio de um emissário. A inscrição reza que no 18.º ano de Salmanssar III, o rei recebeu "tributos dos habitantes de Tiro, Sídon, e de Jeú, filho [ou seja, sucessor dinástico] de Omri [transliterado de Ia-ú-a mâr Hu-um-ri-í]". (Ref.ª Textos Antigos do Medio Oriente, James B. Pritchard, pág. 280) Compare com as condições sócio-políticas no reinado de Jeú mencionadas em II Reis 10:31-33.
Duração da Monarquia Unida
Sabemos que os reinados de Saul, David e Salomão, duraram cada um 40 anos. Ao todo, são 120 anos. O ano de 930 a.C. é apontado pelos historiadores como ano em que terá ocorrido o Cisma das Tribos e Divisão do Reino!
Se tomarmos o ano de 977 a.C. como base de cálculo, a fundação da monarquia remontaria ao ano de 1097 a.C.. A duração dos reinados indicada abaixo em esquema, seria da seguinte forma:
• Saul ( 1097 a.C. a 1058 a.C. ) 40 anos
• David ( 1057 a.C. a 1018 a.C. ) 40 anos (7 anos e 6 meses + 33 anos)
• Salomão ( 1017 a.C. a 978 a.C. ) 40 anos
Ocupação de Canaã e os Juízes
Quarenta anos após do Êxodo do Egito, os israelitas liderados por Josué, invadem a Transjordânia e Canaã. A primeira cidade de Canaã a ser conquistada foi Jericó, e depois, foi Ai (ficava junto de Betel, a cananéia Luz). Quatro destacados arqueólogos que escavaram o sítio da antiga Jericó: Carl Watzinger (1907 a 1909), John Garstang (fins da década de 1930), Kathleen Kenyon (1952 a 1958) e Bryant Wood (1990).
Apesar de os arqueólogos estarem de acordo que as muralhas de Jericó foram destruídas violentamente de dentro para fora (Josué 6:20 - "as muralhas da cidade desabaram") possivelmente por um sismo, não concordam quanto à data da conquista. Garstang calcula que a sua conquista terá ocorrido por volta de 1440 a.C., por sua vez, Watzinger e K. Kenyon crêem que a destruição terá ocorrido em 1550 a.C.. (Ref.ª "Quando os Israelitas Conquistaram Jericó?" na Biblical Archaeological Review, Dr. Bryant Wood, Março/Abril, 1990, pág. 57)
A duração total do período pré-monárquico, chamado "período dos Juízes", não é conhecido em rigor. Sabemos que teve início após a morte de Josué e terminou quando Saul se tornou rei. (Josué 24:31; Juízes 2:7,10) Em Juízes 3:31, encontramos a primeira referência a um conforto entre Sangar e 400 filisteus. A expressão "filisteus" este texto, pode referir-se aos cananeus habitantes da planíce costeira onde, mais tarde, se fixaram os filisteus.
Até ao momento, a primeira referência egípcia à existência de Israel que se conhece é uma inscrição na Estela de Merneptat. A inscrição é datada por volta 1230 a.C.. Ela diz que "Israel está destruído, a sua semente [literalmente, descendência] não existe mais." Além disso, muitos historiadores relacionam Israel (também chamados de hebreus) com o nome habirú, que aparece nos textos nas cartas de Tell-Amarna, referindo-se a um povo hostil que perâmbulava na orla do deserto; mas esta associação é igualmente controversa.
Juízes 6:1-6 parece lançar uma luz sobre este assunto. Menciona que Midiã (Arábia) oprimiu o povo de Israel por 7 anos. Sempre que os israelitas semeavam, subiam um numeroso acampamento de midianitas, juntamente com amalequitas e outros orientais, com seu numeroso gado, com o fim de arruinavam a produção da terra, por toda a extensão até Gaza. Não deixavam restar nem sustento, nem Ovídio, nem touro, nem jumento em Israel. Em resultado disso, o povo de Israel ficou muito empobrecido por causa de Midiã. Remonta a esta altura o início do uso de "depósitos subterrâneos que estavam nos montes, e as cavernas e os lugares de difícil acesso."
A inscrição da Estela de Merneptat parece confirmar Juízes 6:1-6 quando diz que Israel está destruído, a sua semente não existe mais. A expressão sua semente, literalmente pode ser vertida por "descendência", poderá significar tão somente "as sementeiras de Israel" destruídas.
Do Êxodo até Abraão
Êxodo 12:40,41 diz-nos que "a habitação dos filhos de Israel que teve na terra do Egito era 430 anos". Este período de tempo não se refere ao total de anos que foram residentes no Egito, na terra de Gosén. Na realidade, refere-se à duração total de anos que residiram sob o domínio do Egito. Este período de tempo teria começado quando Abraão cruzou o Rio Eufrates e entrou em Canaã e termina com o Êxodo do Egito, sob a liderança de Moisés.
Abraão (Abrão), filho de Tera, morava em Ur, na Baixa Mesopotâmia. Tera e sua família, retornam para Harã (em acadiano Haranu). Após a morte de Tera, Abraão e sua família, sai de Harã, atravessam o Rio Eufrates e entram em Canaã. Nessa ocasião, Abraão tinha 75 anos. (Génesis 11:31,32; 12:1-5) A sua entrada em Canaã e a curta permanência no Egito, parece ajustar-se exatamente com o período do Médio Império. Se adicionarmos 430 anos à data do Êxodo do Egito, obtemos o ano em que Abraão entrou em Canaã. Se adicionarmos 215 anos à data do Êxodo do Egito, obtemos o ano da mudança de Jacó e sua família para o Egito.
Segundo o relato de Génesis 11:10 a 12:4, diz que desde da entrada de Abraão em Canaã até ao inicio do Dilúvio, decorreram 427 anos.
Período antediluviano
A narrativa das origens da Humanidade é apresentada numa linguagem popular e sem pretensões cronológicas. (Génesis 1 e 2) Génesis 1:1 afirma que o Universo teve um princípio e esse princípio foi Deus. Quanto à duração dos "dias criativos", nada afirmam quanto a uma data para a formação da Terra ou sobre o aparecimento da Humanidade. A preparação da Terra para Vida Humana é explicada como tenho ocorrida em 6 fases. O escritor visa transmitir ensinamentos religiosos. A linguagem empregue é simples e figurada. Para transmitir esses ensinos, os seus autores teriam usado as narrações e mitos da cultura mesopotâmica e o uso de teofonias.
A sociedade humana antediluviana, para além agricultura e da pastorícia, é descrita como conhecedora da metalurgia de cobre e do ferro. Também fazia uso de instrumentos musicais. (4:19-22) Segundo o relato de Génesis 5:3-29 e 7:6,11, desde do início do Dilúvio até à criação do Adão, terá decorrido 1 656 anos. Este período é esquematizado na tabela que segue:
• Desde a criação de Adão até o nascimento de Sete 130 anos
• Daí até o nascimento de Enos 105 anos
• Até o nascimento de Quenã 90 anos
• Até o nascimento de Malalel 70 anos
• Até o nascimento de Jarede 65 anos
• Até o nascimento de Enoque 162 anos
• Até o nascimento de Metusalém 65 anos
• Até o nascimento de Lameque 187 anos
• Até o nascimento de Noé 182 anos
• Até o Dilúvio Bíblico 600 anos
De acordo com as evidências arqueológicas, os historiadores e exegêtas bíblicos concordam que a longa longevidade anterior ao Dilúvio Bíblico citada no Génesis, não têm valor cronológico, mas apenas um valor simbólico.
Os dados apresentados acima para o período antediluviano são encontrados no Texto Massorético, em que se baseiam as modernas traduções dos Antigo Testamento. Mas estes dados diferem dos encontrados na Septuaginta Grega (sigla LXX), mas a evidência de exactidão favorece claramente o Texto Massorético. (Ref.ª Comentário Sobre as Escrituras Sagradas, Génesis, pág. 272 nota, traduz. inglês e editado por P. Schaff, 1976)
Algumas religiões cristãs que entendem a narrativa cronológica antediluviana como literal. Veja Criacionismo. A justificação para rebater os argumentos dos arqueólogos sobre aparecimento dos humanos há milhares de anos, resume-se no seguinte: os métodos de datação têm definitivamente limitações (estas originadas pelas mudanças climáticas e geológicas causadas por um Dilúvio global) e baseiam-se apenas em conjecturas ou teorias não comprovadas.
Então pessoal ficaria mais fácil de entendermos, por exemplo, quando lermos o antigo testamento então vamos concluir com os fatos de referencias aos patriarcas.
Cronologia e História da Salvação
1. Bíblia e cronologia
O fator cronológico não está presente na Bíblia de uma forma linear. Assim, muitas histórias que aparecem no início da Bíblia são, de fato, mais recentes do que se pode pensar. A história de Caim e Abel, por exemplo, supõe um tempo em que os homens já estavam espalhados na terra, para que pudesse haver perseguição a ele. O dilúvio, a torre de Babel e outras estão nesta linha, pois supõem a existência de muitas pessoas e lugares. Por que juntar estes relatos fantasiosos à história verdadeira? Têm algum valor esta apelação para fatos que não aconteceram, a fim de completar a história?
A história da salvação, mais do que uma história propriamente dita, é uma interpretação da história humana. O fato em si, na história da salvação, não é tão importante quanto a interpretação do fato, a mensagem que se pode tirar dele: ele pode ser o paradigma de uma intervenção de Deus num fato real. Não importa, por exemplo, como foi criado o mundo (monogenismo, poligenismo, em sete dias, diretamente ou não, ...) o que importa é que foi criado por Deus. O pecado original também não importa como aconteceu; mas que aconteceu. Caim e Abel não se sabe onde viveram nem se viveram mesmo, mas esta história representa um modo histórico de agir do homem. Abraão com Isaac, Jacó com Labão... não importa que tenham ou não acontecido, mas importa a interpretação destes fatos, de como Deus intervém em favor de seus amados.
Entre os capítulos IV e V, assim como entre os cap. X e XI do gênesis, há genealogias de Adão a Noé e de Noé a Abraão, respectivamente. O que isto significa? Qual a intenção do escritor sagrado? Estas genealogias foram intercaladas aí com o intuito de fazer a ligação, estabelecer a seqüência dos fatos. Elas, provavelmente, não são autênticas. Podem até ter sido transcritas de livros de genealogias dos reis da Babilônia (ante e pós diluvianos). A própria história do dilúvio mostra, assim, um progressivo distanciamento dos homens de Deus, preparando a chegada dos patriarcas.
O novo Testamento
Sua data-chave
O Evangelho de Lucas informa-nos que João Batista, filho do sacerdote Zacarias, apareceu para fazer baptismos no 15.° ano do reinado de Tibério César.[1] Sabemos que Octávio César Augusto faleceu em 17 de Agosto de 14 d.C.. Tibério foi indigitado pelo Senado Romano como imperador a 15 de Setembro. Como os romanos não usavam o sistema de "ano de Ascensão", seu 15.° ano seria em 28/29 d.C..
O nascimento de Jesus
Segundo o Evangelho de Mateus, Jesus nasceu pouco antes da morte do rei Herodes, o Grande. Antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos.[2] Nessa ocasião, o menino Jesus teria cerca de 2 anos.
Flávio Josefo menciona um eclipse lunar no dia em que um líder de uma revolta contra Herodes, chamado Matias, era queimado vivo.[3] Este eclipse, o único mencionado por Flávio Josefo, não é mencionado nos Evangelhos. Esse eclipse tem sido identificado pelos historiadores como tendo ocorrido a 13 de Março de 4 a.C..
Segundo a opinião da grande maioria dos historiadores, o rei Herodes terá morrido entre 13 de Março (o dia do eclipse lunar) e 11 de Abril (o dia de Páscoa) do ano 4 a.C. (ou seja, antes da Era Cristã). Mas esta identificação do eclipse tem vindo a ser questionada. Actualmente, têm aumentado o número dos investigadores que argumentam que o Rei Herodes poderá ter morrido no ano 1 a.C.. Era uma tradição entre os Padres da Igreja de que Jesus teria nascido no ano 3 a.C. ou 2 a.C..[carece de fontes?]
Sobre ano 1 a.C.
Ao datar quando o Senado Romano nomeou Herodes como "Rei da Judeia", Flávio Josefo situa o evento como ocorrido durante o governo de certos cônsules romanos. Segundo esta lista, a nomeação de Herodes como rei terá ocorrido no ano 40 a.C.. Segundo outro historiador, Apiano, coloca o evento no ano 39 a.C.. Visto que o judeus usavam o sistema do ano de acessão, podemos considerar que o seu 1.º ano de reinado foi de 39 a 38 a.C..
Pelo mesmo método, Josefo situa a conquista de Jerusalém por Herodes, 27 anos depois da conquista de Jerusalém pelo cônsul Pompeu, que ocorreu em 63 a.C.. Isto nos dá com exactidão o ano de 36 a.C..[4] Também nos diz que Herodes faleceu 37 anos depois de ter sido designado rei e 34 anos depois de conquistar Jerusalém.[5] Isto coloca a sua morte no ano 2 a.C.. Josefo diz-nos ainda que Herodes tinha cerca de 70 anos quando morreu, e que a sua nomeação como governador da Galileia, deu-se quando tinha 25 anos de idade.[6] Josefo na realidade escreveu 15 anos, mas se trata dum erro evidente; ele estaria querendo dizer 25 anos.
Sabemos ainda que o dia que Herodes morreu foi pouco depois dum eclipse lunar e antes da festividade da Páscoa (14 de Nisã, isto é, Março/Abril). Diz ainda a tradição judaica, que a sua morte foi no dia 2 de Sebate (Janeiro/Fevereiro).[7] Ocorreu um eclipse lunar total em 8 de Janeiro de 1 a.C., uns 3 meses antes da Páscoa e 18 dias antes do dia tradicional da morte do rei Herodes. Registou-se ainda um outro eclipse lunar parcial, a 27 de Dezembro de 2 a.C..
Na Era Apostólica
Entre 33 d.C. e 48 d.C.
Herodes Agripa I reinou durante 3 anos após da ascensão de Imperador Cláudio (em 24 de Janeiro de 41 d.C.).[8] As evidências históricas indicam que morreu no ano 44 d.C.. De acordo com o registro bíblico, pouco antes da morte de Herodes Agripa, o profeta cristão Agábo prediz uma grande escassez de alimentos na Judeia, a execução pela espada do apóstolo Tiago, e a prisão do apóstolo Pedro - na época da Páscoa - e inesperadamente solto. Todos estes eventos podem ser datados seguramente no ano 44 d.C..[9]
Entre 49 d.C. a 59 d.C.
Na antiga Delfos, apareceu uma missiva do imperador Cláudio na qual se deduz que Lúcio Junio Galião esteve em Corinto do ano 51 a 52 d.C.. Galião, como procônsul da Acaia, terá chegado a Corinto em Julho de 51 d.C.. Sabemos que o apóstolo Paulo compareceu perante Galião.[10] Tudo isto parecem confirmar a primavera de 52 d.C. como a conclusão da 18 meses de permanência de Paulo na cidade. O apóstolo terá chegado a Corinto no começo de 50 d.C..
Outra referência adicional é encontrada na declaração de chegada de Paulo a Corínto. Paulo encontrou-se "um certo judeu nomeou Áquila, um nativo de Ponto, que pouco antes tinha chegado da Itália, e Priscila, a esposa dele, por causa do facto que Cláudio tinha ordenado que todos os judeus partissem de Roma."[11] De acordo com o historiador Paulo Orósio, do século V, esta ordem de expulsão ocorreu no 9.º ano do imperador Cláudio, isto é, no ano de 49 d.C..
No fim da terceira viagem missionária de Paulo, ao chegar a Jerusalém, o apóstolo foi detido. Compareceu perante o Sumo Sacerdote Ananias, filho de Nadebeu (47 a 59 d.C.), e do Sinédrio. Ele foi levado para Cesareia e lá permaneceu em custódia durante dois anos, até que António Félix (52 a 59 d.C.) foi substituído por Pórcio Festo (59 a 62 d.C.) como governador da Judeia. [12] A data da chegada de Festo e da partida subsequente de Paulo para Roma terá sido no Outono de 59 d.C..
Entre 60 d.C. a 100 d.C.
A história secular dá 18 de Julho de 64 d.C. como a data do grande incêndio em Roma, seguindo que estourou a perseguição aos cristãos ordenada por Nero. O encarceramento final de Paulo e sua execução subsequente ajusta-se logicamente neste período.[13]
Céstio Galo, legado da província da Síria, cerca Jerusalém com uma legião (isto é, seis mil soldados), mas é rechaçado com pesadas perdas. Assim como aconteceu com último procurador romano, Géssio Floro (64 - 66 d.C.), Céstio Galo teve que se retirar para Cesaréia. É o início da Rebelião Judaica, fartos das muitas arbitrariedades, da corrupção e de repressão por parte dos anteriores procuradores romanos.
O imperador Nero envia para Judeia um experiente general, Vespasiano. Em companhia de seu filho Tito, Vespasiano invade a Galiléia na Primavera de 67 com 10 legiões (isto é, 60 mil soldados). No Outono, a Galiléia está definitivamente ocupada pelos romanos. Na Primavera de 68, Vespasiano ocupa sucessivamente a Peréia, as planíces costeiras, a região montanhosa da Judéia e de Samaria e a Iduméia. Quando está preparado para atacar Jerusalém, o Imperador Nero se suicida. Isto sucede em 9 de Junho de 69 d.C.. Vespasiano espera se definir a situação em Roma.
Vespasiano é aclamado Imperador no dia 1 de Julho de 69 e marcha para Roma, deixando a guerra sob o comando do General Tito, seu filho. Tito cerca Jerusalém pouco antes da Páscoa (14 de Nisã) de 70, com quatro legiões (isto é, 24 mil soldados). Em Julho de 70, toma a Fortaleza Antónia, a norte do Templo de Jerusalém, um dos redutos rebeldes. Tito manda incendeiar o Templo, em Agosto. No mês seguinte, é ocupado o Palácio de Herodes. A dia exacto da destruição do Templo de Jerusalém é controversa; a tradição rabínica diz que foi no dia 9 do mês de Ab (29 de Agosto de 70), enquanto Flávio Josefo diz que foi no dia 10 de Ab.
Em resultado da perseguição contra os cristãos ordenada pelo imperador Domiciano (entre 14 de Setembro de 81 d.C. a 16 de Setembro de 96 d.C.), o apóstolo João é exilado na Ilha de Patmos. Foi na Ilha de Patmos que escreveu o livro do Apocalipse, aproximadamente no ano 96 d.C..[14] O evangelho e três cartas (epístolas) foram escritas de Éfeso (na Ásia Menor) ou na sua vizinhança, logo depois de ter sido solto. O último dos 12 apóstolos terá morrido por volta no ano 100 d.C., findando a Era
Apostólica.
Referências
1. ↑ Lucas 3:1-3
2. ↑ Mateus 2:1, 16-19
3. ↑ Flávio Josefo, Antiguidades Judaicas, Livro 17, Cap. 6 § 4; Guerra dos Judeus, Livro 1, Cap. 33 § 2-4
4. ↑ Antiguidades Judaicas, Vol. 14, pág. 487-8
5. ↑ Antiguidades Judaicas, Vol. 17, pág. 190-1
6. ↑ Antiguidades Judaicas, Vol. 17, pág. 148 § 1; Vol. 14, pág. 158 § 2
7. ↑ Antiguidades Judaicas, Vol. 17, pág. 167 § 4 e pág. 213 § 3
8. ↑ Antiquidades Judaicas, Cap. 19, pag. 351 [8, 2])
9. ↑ Atos 11:27,28; 12:1-11,20-23
10. ↑ Atos 18:11,12,17,18
11. ↑ Atos 18:2
12. ↑ Atos 21:33; 23:23-35; 24:27
13. ↑ II Timóteo 1:16; 4:6,7
14. ↑ Apocalipse 1:1
2. HISTÓRIA DOS PATRIARCAS (Vocação de Abraão 11, 27 a 12)
A formação literária da história dos Patriarcas foi composta a partir de várias sagas e lendas muito antigas, algumas até anteriores à sua chegada a Canaã. Outras são etiológicas e contemporâneas a ele. Os compiladores uniram estas tradições, muitas vezes sem cuidar de verificar a sua ordem cronológica. Como se pode interpretar isto com a luz da fé? Não se trata de acreditar em tudo nos mínimos detalhes, mas procurar o seu significado para a História da Salvação.
Em Gen 11, 27, diz: "O pai de Abraão saiu da cidade com a família". Por que isto? Historicamente, sabe-se que havia muitas migrações naquela época, por causa de seca, de perseguições políticas... Em Gen 12, l, diz: "Abraão saiu com a família;"... não fala mais no pai. Por que esta omissão? Na verdade, trata-se de duas tradições, uma explicando a outra. Esta 'saída' deve ser entendida como parte de um plano de Deus que o dirige desde o começo. O caso de Deus estar contatando constantemente com Abraão é mais uma linguagem mítica, visualizando o desígnio de Deus para Abraão.
Aquelas histórias a respeito de Abraão, que sempre vence em várias situações, também têm a finalidade de mostrar a sagacidade e a sabedoria do antepassado, o que, naturalmente era uma glória para a família. Na seqüência da tradição, vai mostrar que Deus escolheu Abraão por espontânea vontade e o autor faz questão de dizer que ele foi o eleito, citando isto várias vezes. Abraão é apresentado como homem de fé em várias ocasiões (saída da terra, sacrifício de Isaac...).
Aliás, a propósito do sacrifício de Isaac, isto é uma saga para protestar contra os sacrifícios humanos, cerimônias muito praticadas pelos povos vizinhos. O primogênito de tudo poderia ser sacrificado, menos do homem, que deveria ser substituído. A circuncisão era também um rito pré-israelita, talvez um rito de iniciação ao matrimônio. Israel adotou este rito e aos poucos ele se tornou religioso. A história que há na Bíblia é uma interpretação ou legenda interpretativa do autor sobre o fato.
Nas várias legendas e sagas da história de Abraão, os autores queriam demonstrar o desígnio de Deus na história, a interpretação que eles querem dar a estes fatos. Realmente, se sabe, pelas descobertas arqueológicas recentes, que o texto se refere a termos, costumes, nomes, objetos usados na época dos patriarcas, mais ou menos contemporâneos à época de Hamurabi. Vários filósofos racionalistas do século passado tentaram negar isto. Mas o importante sempre não é o fato, e sim a interpretação dele: Deus esteve sempre com Abraão e tudo que acontecia com ele era o plano de Deus, já com uma finalidade determinada em vista.
Na história dos patriarcas, Isaac não é tão importante. Apenas a transição de Abraão para Jacó. Abraão foi o "fiel", Jacó, o "predestinado". As histórias a respeito dele e Esaú são apenas para mostrar a sagacidade do irmão mais novo. O prato de lentilhas seria uma explicação popular para o fato de Jacó ser o herdeiro. O sonho de Jacó é uma saga antiquíssima. "EL", como nome de Deus é uma das designações mais antigas usadas pelos cananeus. O autor refere-se a Javé com este mesmo título.
Qual o ensinamento da história dos patriarcas? Cada pessoa lê e interpreta esta história conforme o espírito de sua época e a aplica conforme a situação. Assim, se considerou Abraão como homem de fé e exemplo para eles. Como Abraão foi provado, também eles serão. Para nós ainda hoje caminhamos na esperança das promessas feitas a Abraão. Para Israel, as promessas se referiam ao Messias. Mas após JC abriu-se uma nova perspectiva. Nas ocasiões mais difíceis, os israelitas liam estas demonstrações de fé dos patriarcas e com isto tinham mais forças para superar as dificuldades. Assim também nós. E o mesmo se diga dos outros patriarcas.
Grande abraço a todos e continue estudando, não esqueça de ter uma linha do tempo, por que cronologia assim como é importante, é difícil de gravar. até a próxima Aluizio França

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